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As aplicações distribuídas tem como características: · Presença de pelo menos um cliente e um servidor · Compartilhamento de recursos · Transparência de localização · Clientes e servidores independentes de plataforma de software e hardware
Um middleware é um software que executa entre a aplicação cliente e servidora, ou seja, o middleware é um conjunto de APIs que são usadas para invocar um serviço, transmitir o pedido pela rede e devolver a resposta ao solicitante. O middleware não inclui o software que provê o serviço e nem bases de dados e nem interfaces de usuário. No middleware há uma série de serviços de comunicação que não precisam ser reimplementados quando se desenvolve uma aplicação cliente/ servidor, sendo que elas podem ser diretamente utilizadas para facilitar o processo de desenvolvimento.
Suportar vários clientes e vários servidores, gerenciar de forma eficiente os recursos, ser o mais transparente possível, ser independente de plataforma, hardware e rede, ser escalável, e manter integridade entre as transações.
Servidores de arquivos: compartilhamento de arquivos entre clientes e servidores (criação de repositórios compartilhados) Servidores de base de dados: compartilhamento de dados entre os clientes, sendo que eles ficam armazenados no servidor e toda busca e atualização dos dados é requisitada através de uma mensagem do cliente para o servidor e a operação é realizada no servidor. Servidores de transação: Servidores de groupware: troca de informações não estruturadas entre aplicações distribuídas que gerenciam diferentes tipos de informação como textos, imagens, email, workflow... Os servidores de workflow oferecem os recursos para buscar, organizar, distribuir, alterar estas informações que são chamadas de documentos. Servidores de objetos distribuídos: compartilhamento de objetos entre as aplicações cliente e servidoras. Os objetos são usados nas aplicações ora como clientes, ora como servidores, dependendo da sua utilização. Servidores de aplicação web: apresentação de documentos requisitados pelos clientes ???
· A lógica de negócio é encapsulada dentro do objeto
· Instrospeção permite descobrir facilmente o que tem dentro do objeto (ferramentas visuais)
· Pode ser transportado pela rede
· É multiplataforma
· Sistemas mais flexíveis em função do encapsulamento
· Permite reutilização e agrupamento de objeto
· controle centralizado de versões de objeto,
· distribuição de carga
Um objeto, seja cliente ou servidor, é definido em uma IDL, que é a linguagem padrão entendida pelo ORB. Cada linguagem possui um engine responsável por gerar os stubs (cliente) e skeletons (implementação de objeto) correspondentes àquela linguagem a partir da IDL que foi definida. Uma vez gerados os stubs e skeletons, e depois que o objeto tiver sido implementado, um cliente faz uma requisição de um método de um objeto que pode estar local ou remoto. O acesso ao objeto é feito via ORB.
Organizar (centralizar/agrupar) nomes de hosts (associados a endereços IPs) em uma hierarquia de domínios para permitir a localização de servidores através da rede. Sem o DNS, não seria possível identificar um servidor através de seu nome. Isso só seria possível através do número IP do mesmo.
A aplicação solicita o endereço IP de um servidor ao DNS local. Se este souber o ip, ele lhe devolve, senão, ele faz uma requisição ao servidor autoritativo do domínio. Esse pode conhecer o servidor procurado e devolver o endereço IP, ou fornecer o endereço de alguém que o conheça. Quando o endereço for localizado o DNS local o envia à aplicação que o solicitou.
domínio: todas as máquinas que estão abaixo do servidor de DNS
Autoritativo para a zona: conhece os IPs de todas as máquinas da zona para qual ele é autoritarivo
Vantagens:
· Possibilidade de montar um sistema de arquivos via rede de maneira transparente como se fosse local.
· Diretórios podem ser montados no momento do boot
· Dados ficam centralizados em um único host
O VFS é uma camada de abstracao de "alto-nível" onde sistemas de arquivos de diferentes tipos são montados sob uma mesma árvore (ext3, reiser, iso9660, vfat, ntfs, hfs e qualquer outro suportado pelo kernel). NFS é montado transparentemente como se fosse um sistema de arquivos local, basta que ele implemente a API do VFS.
O NIS é uma base de dados que armazena informações compartilhadas dentro de uma rede local como usuários, senhas, hosts que fazem parte da rede, etc. O NIS faz com que a rede seja vista como um sistema único onde todas as contas de usuário são as mesmas em todos os hosts, mantém a sincronização das informações compartilhadas entre os hosts e provê transparência da rede para os usuários.
A relação é que ambos são serviços de um sistema operacional de rede, mas o NIS contém informações relacionadas à configuração do sistema da rede local, enquanto o DNS contém informações sobre uma hierarquia de hosts (e IPS). A filosofia de uso de cada um é diferente.
Não. Os domínios NIS exportam uma coleção de informações de configuração do sistema para um conjunto de máquinas. Eles têm função puramente administrativa, não são organizados hierarquicamente, não são compartilhados e não podem ser vistos por usuários que não pertençam ao domínio.
Porque não é possível encontrar um sistema operacional de rede para ser comprado como um pacote fechado, como acontece com os sistemas operacionais comuns. O NOS é um conjunto de serviços que formam um sistema operacional mais complexo que pode ser executado em sistemas distribuídos.
É implementado através de chamadas RPC o que o torna stateless (não mantém estados entre as requisições. Vantagem: menos overhead de comunicação (UDP), e resolve problemas de sincronização (p/. ex. caso um cliente ou servidor tenha problemas).
O cliente NIS faz uma chamada a um procedimento, por exemplo para listar um diretório. Para o cliente NIS, esse procedimento está local, mas a requisição é passada para o servidor NIS que executa o pedido e devolve a resposta ao cliente.
Os servidores de domínio precisam teoricamente consultar o .com para resolver um domínio .com que não esteja cacheado ou não seja conhecido de outra forma. Para isto precisam recorrer algumas vezes ao servidor autoritativo .com e para tal, precisam encontrá-lo como uma entrada no DNS. Se esta entrada for alterada, é necessário que ela seja atualizada (automaticamnente ou não) nos servidores de DNS locais. Não é usual, mas o ".com" e o "." mudam de IP em caso excepcionais como aconteceu mês passado quando houve um ataque de DOS (denial of service) na rede onde fica o servidor primário de DNS do "." (lembrar que para todo e qualquer domínio há pelo menos um servidor primário e um secundário).